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23/7/2010 14:34:14


Artigo – Motivação e Crescimento


Certa vez ouvi dizer que “É melhor escutar besteiras do que ser surdo”. Por um momento concordei.  Com o passar do tempo comecei a pensar de forma diferente ao observar que muitas coisas que escutamos não colaboram com nosso crescimento, e o que é pior, contribuem para nossa desistência.

Quanta coisa deixamos de fazer por dar ouvidos aos outros? Quantas realizações ficam apenas no imaginário porque as pessoas nos dizem que é impossível chegar lá? Pense nas inúmeras idéias que temos todos os dias e que logo descartamos porque alguém falou que eram absurdas.

Muitas pessoas ficaram pelo caminho e não entraram pra história porque deixaram de ouvir o coração e desistiram.  As palavras podem mudar o mundo e o rumo do progresso. Milhões de pessoas dotadas de grande inteligência têm seu potencial assassinado pela força das palavras negativas.

Se Thomas Edison resolvesse dar ouvidos aos outros, a humanidade estaria até hoje vivendo no escuro. Santos Dumont colocou na mente a idéia fixa de que iria voar, não deu ouvido as pessoas que torciam contra e graças a isso você pode ir de Florianópolis a São Paulo, em pouco mais de 1 hora, no conforto de um avião.

Bill Gates abandonou a faculdade para fundar a Microsoft. Se ele tivesse ouvido seus pais seria apenas um medíocre advogado e a humanidade não estaria vivendo a era da informação. Talvez a informática não fosse tão popularizada e estaríamos ainda no tempo da ficha de papel.

Quando Albert Einstein estava no ensino médio, foi reprovado em álgebra. Se ele tivesse dado ouvidos as pessoas, seria considerado incapaz e a humanidade perderia um grande gênio. Estes são apenas alguns poucos exemplos que fundamentam que às vezes é melhor ser surdo do que ouvir besteiras.

E você? Costuma seguir em frente e acreditar em seus sonhos ou prefere ser interrompido por palavras alheias que em nada acrescentam? Claro que ouvir conselhos sempre é útil e pode nos orientar sob o melhor caminho a seguir, porém é de extrema importância saber filtrar o que é útil e o que não agrega valor para o nosso crescimento.

A matemática do sucesso diz que menos pode ser mais. Ouvir menos muitas vezes é crescer mais. Para finalizar deixo uma frase que tem me acompanhado no decorrer da vida:

“Ele não sabia que era impossível. Foi lá e fez”.

Pense nisso e vamos em frente!

 

Fonte: André Vinícius


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23/7/2010 14:31:26



Carreira

A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador consegue comprovar intuições e tirar todas dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não.

"Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador", diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.

Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira.

1. Por que você está mudando de emprego?
Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.

"Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação", afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.

De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa Veris Carreira da Veris Faculdades, o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.

2. Por que você foi demitido?
Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior. O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.

Nesse contexto, por exemplo, "o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa", exemplifica Irene. Ou, "admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa", diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia.

3. Por que quer trabalhar aqui?
Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.

"O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções", diz Irene. "E, a partir disso, saber contar muito bem sua história".

4. Quais suas principais realizações ao longo da carreira?
Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. "Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada", afirma Irene.

5. Quais seus principais fracassos?
Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram pra seu amadurecimento na carreira.

6. Quais seus pontos fortes?
Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. "Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades", afirma Priscila.

7. Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?
Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. "Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito", afirma Priscila.

Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. "Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize", diz Priscila.

8. Quais são suas motivações?
O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. "Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem", diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.


9. Consegue trabalhar sob pressão?
Saber lidar com a pressão no mercado de trabalho é uma postura que exige tempo e aprendizado. Por isso, mostre para o recrutador exemplos práticos que comprovem que você consegue se dar bem em situações como essas. "Não responda apenas sim ou não. Sempre traga uma experiência que esclareça o que você quer contar", diz Priscila.

10. Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?
Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligadas. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. "Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem", explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.

11. Qual sua pretensão salarial?
A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. "Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entneder todos os desafios do cargo", explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.

12. Quais seus planos para o futuro?
Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.

13. Por que devo contratar você?
Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. "O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer", diz Baccetti, da 2 GET.
 
Fonte: Portal Exame


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23/7/2010 14:25:51


Carreira

Quem de dentro de si não sai, vai morrer sem amar ninguém". Foi com esses versos que Vinícius de Moraes (tão bem) aconselhou aqueles que desejam enveredar pelos rumos dos bons relacionamentos. O tom poético, no entanto, não é válido apenas para casais apaixonados. Quem quiser um bom emprego jamais pode perder este conceito de vista.

É o que afirma a consultora Sueli Brusco, diretora executiva da SimGroup, consultoria especializada em marketing e programas de reconhecimento. De acordo com ela, a primeira estratégia de um candidato para conquistar uma oportunidade de emprego é criar empatia com o recrutador. "Se esse é o objetivo do candidato, ele precisa sair um pouco do próprio mundo", afirma.

O conselho, a princípio, pode parecer abstrato e pouco prático para o contexto de tensão de um processo seletivo. Por isso, com a ajuda de Sueli e de dois dos principais especialistas em marketing pessoal do país, mapeamos quatro técnicas para que você garanta a sua contratação:

1. Leia. Escute. Veja. Sinta os detalhes

A primeira estratégia para criar uma situação empática com o recrutador é prestar o máximo de atenção nas características dele. O professor Fabiano Caxito, autor do livro Não deixe a vida me levar, a vida levo eu (Editora Saraiva), lembra que a entrevista nada mais é do que um bom diálogo. "Conversar é saber os limites da outra pessoa", afirma. "O bom conversador é aquele que ouve melhor".

Isso significa que o candidato precisa estar atento a cada detalhe do recrutador. As expressões que ele usa, o tom de voz, a maneira como senta ou gesticula dão indícios sobre o perfil do entrevistador e, sobretudo, sobre como você deve se portar para conquistá-lo.
"A maneira como a pergunta é feita pode indicar o jeito com que o candidato deve respondê-la, por exemplo", explica.

2. A tática do espelho

Feito isso, o segundo passo é imitar o recrutador. Isso mesmo. "Nós gostamos de quem é igual a nós", explica Sueli. Exemplo disso, segundo a especialista, é a maneira como os casais enamorados gesticulam de maneira semelhante quando estão juntos.

Por isso, durante a entrevista, crie uma espécie de espelho com o recrutador. "Isso abre um canal de comunicação", diz.

Tente se sentar de maneira semelhante ao modo como ele está sentado. Module seu tom de voz para um em sintonia com o dele. Use gestos parecidos, adote a mesma postura. "Cuidado para não ser mecanizado e artificial", afirma.

3. Para além das palavras

As palavras não são suas únicas armas de persuasão durante uma entrevista de emprego. Tudo, desde a maneira como você se veste até o modo com que movimenta os olhos, é utilizado pelo recrutador para compreender você.

"Nosso corpo envia continuamente mensagens positivas e negativas, e um candidato a emprego faz isso de forma amplificada, por se tratar de um momento de grande estresse", afirma Mario Persona, especialista em marketing pessoal e autor de livros como Dia de Mudança (Editora Futura). "Quando ficar em dúvida, o entrevistador acreditará mais no que vê do que no que ouve".

"Se a pessoa senta muito de lado, ou com a perna cruzada, denota que ela está fechada para a conversa", enumera Sueli. "Agora se, enquanto fala, ela olha muito para os lados, é provável que esteja mentindo".

A dica é estar sempre alinhado com aquilo que você fala. "Se você não sabe responder, o melhor é ser sincero, do que inventar alguma história e ser denunciado pelo próprio corpo", afirma Caxito.

4. Construa uma marca

A tacada final para deixar o recrutador encantado, ou melhor, convencido de que você é a pessoa ideal para aquele cargo é ter uma boa história de vida profissional.

Assim, antes da entrevista, faça um check-up da sua carreira. Defina seus pontos fortes. Liste todos suas conquistas profissionais. Escolha fatos consistentes para elaborar sua marca pessoal.

"A marca tem o propósito de agregar diferencial a um produto", explica Caxito. "No mercado de trabalho, ela é construída com resultados e com seriedade". Ou seja, a valorização de seu passe no mundo dos negócios é determinada pelo quanto você se importa com seu futuro profissional, todo os dias de trabalho.

Por isso, não espere a oportunidade aparecer para se preparar. Invista em cursos de atualização, desenvolva a sua inteligência emocional e trabalhe com excelência.


Fonte: Portal Exame


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23/7/2010 14:24:01



Carreira

Antigamente, o profissional brasileiro que possuía algum conhecimento ou facilidade de compreensão em outro idioma, principalmente o inglês, tinha larga vantagem em relação aos concorrentes para ganhar uma vaga de trabalho ou crescer na carreira dentro da empresa.

Só que agora, ter apenas conhecimentos em outra língua, não é mais um diferencial. Com o mercado cada vez mais concorrido, os profissionais precisam estar mais qualificados e capacitados para conseguir realizar seus objetivos. "Aprender simplesmente sobre a língua é coisa do passado. Hoje as pessoas querem utilizá-la como instrumento. É preciso falar, escrever e pensar em inglês, com segurança e fluência", afirma Elvio Peralta, diretor da Fundação Fisk.

Nesse sentido, ter um excelente domínio de outro idioma se tornou um pré-requisito fundamental em muitas oportunidades oferecidas, principalmente, naquelas que apresentam as melhores remunerações. Consultorias especializadas em recursos humanos são unânimes ao afirmar que os candidatos devem ter, no mínimo, nível avançado de inglês para concorrer nessas vagas.

"Durante os processos seletivos, constatamos que muitos profissionais focam em pós-graduação e MBA, mas não dão a mesma atenção para o estudo do inglês. Dessa forma, acabam possuindo um histórico acadêmico brilhante, mas perdem ótimas oportunidades de trabalho no Brasil e no exterior por não serem fluentes no idioma", destaca Gilberto Lopes, diretor executivo da Cuattro Marketing, agência especializada no desenvolvimento de projetos de trade marketing, treinamento e análise de mercado.

Treino e prática para dominar

Os especialistas defendem que não há fórmulas comunicativas mágicas. É preciso praticar e treinar muito para atingir um nível adequado de fluência em outro idioma. "A qualidade do resultado depende da frequência e da prática. Somente o contato habitual é que vai proporcionar familiaridade e segurança ao aluno", ressalta o diretor da Fundação Fisk.


Fonte: Portal Administradores


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23/7/2010 14:19:11


Ao receber um convite para trabalhar em outra empresa, o profissional deve ponderar, antes de tudo, qual o impacto que essa mudança causará para a sua carreira e se deixar o atual emprego é a melhor opção.

Salário, plano de carreira, benefícios, local onde a empresa está instalada e oportunidades de crescimento profissional são alguns fatores que merecem reflexão, pontua a consultora Claudia Carraro, da Carreira & Cia.

“Deve avaliar se o cargo oferecido é compatível com sua experiência acumulada e, em um segundo momento, já visitando a empresa proponente, as condições de trabalho que terá, como a sala, os equipamentos de que disporá para exercer sua função, o ambiente em que estará vivendo, ou seja, colegas, subordinados e chefia”, acrescenta Nelson Junque, fundador da Arte Gerenciamento Estratégico de Pessoas e sócio da CFN Consultoria em Gestão de Negócios.

Lisonjeado - Mas para o profissional muitas vezes a simples proposição de outra companhia já é o suficiente para deixá-lo ainda mais motivado e com a autoestima elevada. “O cuidado que se recomenda nesse momento é regular a autossuficiência sem extrapolar para a arrogância”, diz Junque.

Isso porque o profissional pode querer utilizar esse convite para aumentar o seu salário dentro da companhia em que está e levar um tiro no pé se a atual empresa não puder “bancar” a oferta da concorrente.

“O diálogo é sempre importante. Se o profissional teve outra proposta interessante, mas gostaria de ficar na empresa onde está ele deve tentar conversar com o chefe e abrir o jogo. De qualquer maneira, para conversar este tipo de coisa, a outra proposta deve ser verdadeira, pois ‘blefar’ neste caso é totalmente desaconselhável”, alerta Claudia.

Reflexão - Portanto, antes de anunciar para a companhia que seu passe está valorizado e que está chovendo propostas de trabalho, o funcionário deve ponderar e refletir que ele tem, antes de tudo, uma marca pessoal a zelar.

“Não me parece lógico falar para o cliente preferencial (empregador atual) que pode deixá-lo para satisfazer um concorrente. Antes de decidir aceitar um convite, fique na sua pesando prós e contras. Falar que está sendo cogitado tem feito mais estragos que benefícios. Reflita se no mundo do trabalho vale a pena contar seu diferencial competitivo para um potencial competidor”, sugere Junque.


Fonte: IG Empregos


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18/6/2010 21:54:08


Atendimento: Qual é o nome do seu cliente? – Chamar o cliente pelo nome é o primeiro passo para que ele simpatize com você. Ao pronunciar o nome do cliente, estará dizendo a ele: “Você é importante”.  O excepcional atendimento começa quando você mostra ao cliente que ele é muito mais do que um número no faturamento.

Marketing: Publicidade morta – Muita gente anuncia e não obtém retorno porque esquece de despertar a ação no cliente. Inserir uma publicidade apenas com os dados e a logomarca da sua empresa serve para reforçar a marca na mente do consumidor, mas não incrementa significativamente as vendas. Se você deseja que o cliente venha até sua empresa, então dê motivos a ele incentivando a ação através de promoções e benefícios.

Vendas: As três perguntas – O cliente quando vai de encontro ao produto possui três perguntas em seu subconsciente que precisam ser respondidas. São elas: “O que é o produto? Em que ele me beneficia? Como eu utilizo?”.  Se estas perguntas forem respondidas você estará muito perto de fechar a venda. 

Liderança: Lidere pelo exemplo – Quem lidera pelo exemplo não deixa margem para dúvidas. Se você deseja que seus colaboradores cheguem cedo na empresa, ajudem na arrumação, utilizem o uniforme, atendam com boa vontade o cliente, experimente fazer o mesmo. Dê o exemplo e terá o respeito de todos.

Carreira: Made in China – Se você acha que aprender Inglês e Espanhol é o suficiente para dar um salto na carreira, então pode se preparar porque há excelentes oportunidades para quem sabe Mandarin. Tudo isso, porque grande parte das importações do Brasil vem da China, que hoje é uma das economias que mais cresce no mundo.

Literatura: Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - O livro, considerado um dos mais influentes do século XX no mundo dos negócios, está completando 15 milhões de exemplares em todo o mundo e ocupou as listas de mais vendidos durante oito anos consecutivos. Esta nova edição especial de aniversário traz prefácio assinado pelo autor sobre a importância dos 7 Hábitos na atualidade e respostas às perguntas mais comuns de seus leitores. Autor: Covey, Stephen R. Editora: Best Seller Ltda.

Dicionário:  Turnover – Turnover ou rotatividade no contexto de Recursos Humanos refere-se a relação de admissões e demissões ou a taxa de substituição de trabalhadores antigos por novos de uma organização.

Humor: Chegando atrasado - O sujeito chega quinze minutos atrasado a uma conferência e, ao entrar, o porteiro o alerta: - Por favor, não faça barulho! - O quê? Já tem gente dormindo?

Frase: Obstáculos - "Obstáculos são aquelas coisas assustadoras que voce vê quando desvia o olhar de sua meta". (Autor Desconhecido)
André Vinícius é consultor, professor e palestrante nas áreas de vendas, atendimento, liderança, marketing empresarial e digital, tecnologia, carreira e motivação. Envie críticas, dúvidas, sugestões e solicitações através do e-mail:
andre@andrevinicius.com Para conhecer um pouco mais sobre André Vinícius acesse o site www.andrevinicius.com


André Vinícius Sou graduado em web e programação (UNISUL), pós-graduando no MBA em Gestão de RH(UNINTER).
Sou consultor, professor e palestrante abordando temas voltados ao desenvolvimento empresarial e pessoal. Publico meus textos em mídias especializadas no âmbito nacional.


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